Labirintite e estresse: qual a relação?

Em entrevista recente, o artistas brasileiro, DJ Alok, contou que está sofrendo de labirintite. Ele acredita que o estresse da rotina tem papel na condição. Por isso, o assunto ganhou notoriedade nas redes devido ao reconhecimento do sintomas por outras pessoas. Mas, qual a real relação entre estresse e labirintite?

O que é Labirintite

Labirinto é como também se chama a região interna do ouvido. Na linguagem popular, chama-se labirintite qualquer doença dessa região. Pessoas usam o termo para descrever sintomas como tontura, vertigem ou perda de equilíbrio.

Porém, em termos técnicos, o significado é mais rigoroso. Labirintite refere-se à inflamação do labirinto, que não é a causa de toda doença do local. Na verdade, trata-se de uma causa rara.

Há outras dessas doenças que podem se manifestar por meio de vertigem. Mas vamos seguir tratando aqui do que a linguagem comum chama de labirintite.

O estresse é mesmo um gatilho?

São muitas as causas possíveis de doenças do labirinto. Entre elas, infecções por vírus ou bactérias, alergias, tumores e doenças crônicas.

Mas o estresse pode causar ou piorar a labirintite? A resposta é sim. O estresse leva a diversas alterações no estado normal do corpo. Muda a liberação de hormônios e as funções psicológicas, do coração e dos sistemas digestivo e nervoso.

A frequência da respiração aumenta, o que traz maior nível de oxigênio no sangue. Daí, os vasos que vão até o labirinto ou o sistema nervoso central ficam mais estreitos. Isso causa sensação de tontura.

Vale notar os casos de estresse crônico, nos quais a pessoa fica ansiosa por muito tempo. Isso causa um aumento de hormônios que também podem deixar os vasos mais estreitos e a pessoa tonta.

Como tratar a labirintite?

São vários os exames que se pode fazer para descobrir uma doença do labirinto. Alguns deles são o exame de sangue, a tomografia e a ressonância magnética.

O tratamento pode ter vários objetivos. Pode servir para curar a doença, aliviar os sintomas ou prevenir crises, além de curar ou controlar alguma doença associada. Entre as estratégias usadas, estão:

  • mudanças no estilo de vida: pode ser uma nova dieta, exercícios físicos e controle do estresse;
  • remédios: podem ser de farmácia, como ansiolíticos e antibióticos. Há também opções caseiras, como o chá de ginkgo biloba.
  • cirurgia: pode ser necessária em um caso mais complicado, como uma falha óssea.

Previna-se! Mantenha uma alimentação saudável. Faça atividades físicas. Mantenha-se dentro do peso ideal. Tudo isso é bom para a circulação do seu sangue e previne todas as doenças relacionadas a ela.

São vários os profissionais que podem tratar a labirintite, como o clínico geral, otorrino, neurologista e cardiologista. Seja qual for o seu quadro, você pode contar com a Santa Casa de Curitiba!

Marque sua consulta conosco. Ligue (41) 3320-3500, ou entre em santacasacuritiba.com.br e clique em “Agendar consulta”. Nosso endereço é: Praça Rui Barbosa, 694, Centro.

Fontes de referência: VivaBem (1) (2), Tua Saúde (1) (2), Daniela Fabricio

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Comunicação Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de Curitiba

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