No dia 4 de março é celebrado o Dia Mundial da Obesidade, uma data que convida à reflexão sobre uma das doenças crônicas que mais crescem no mundo e que já é considerada um dos principais desafios de saúde pública do século XXI. Mais do que uma condição associada ao peso corporal, a obesidade é uma doença complexa, multifatorial e que impacta diretamente na qualidade e na expectativa de vida da população.
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Estilos de vida não saudáveis têm papel determinante nesse cenário. Rotinas cada vez mais sedentárias, excesso de tempo em frente às telas, alimentação rica em produtos ultraprocessados, sono irregular e altos níveis de estresse contribuem para o ganho de peso e para alterações metabólicas importantes. A combinação desses fatores favorece o desenvolvimento de doenças associadas, como diabetes tipo 2, hipertensão arterial, problemas cardiovasculares, distúrbios respiratórios e complicações ortopédicas.
No entanto, é essencial compreender que a obesidade não se resume a hábitos individuais. Aspectos genéticos, hormonais, ambientais, emocionais e socioeconômicos também influenciam o seu desenvolvimento. O enfrentamento efetivo exige informação de qualidade, políticas de prevenção, acompanhamento multiprofissional e acesso a tratamento adequado e contínuo.
Entre os procedimentos para o combate à obesidade, está a cirurgia que foi a alternativa para a paciente Patrícia Furtado voltar a ter qualidade de vida, em 2024.
“Então, a minha cirurgia na Santa Casa, foi um processo muito bom. Acredito que desde o começo, quando eu tive a palestra, que eu tinha decidido fazer, eu fui muito bem acolhida”, comentou a paciente.
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Os avanços na medicina ampliaram as possibilidades terapêuticas. A base do tratamento permanece na reeducação alimentar, na prática regular de atividade física e no suporte psicológico. Contudo, terapias medicamentosas modernas vêm se consolidando como aliadas importantes no controle do apetite, na regulação metabólica e na redução de peso, sempre com acompanhamento médico criterioso.
“Os profissionais que passaram durante todo esse meu processo, tiveram a sua devida importância. Não adianta a gente pensar em fazer a cirurgia e continuar com os pensamentos de antigamente. Então, eu devo muito à primeira palestra que eu tive, que foi a do mutirão, onde estava a psicóloga, estava a nutricionista, né? E eles, assim, falaram tantas coisas que a gente pudesse enxergar de uma maneira diferente, a situação que a gente estava vivendo”, lembrou Patrícia.
Para pacientes com obesidade grave ou com comorbidades associadas, intervenções cirúrgicas, como a cirurgia bariátrica e metabólica, podem ser indicadas. Realizadas por equipes especializadas, essas cirurgias representam uma alternativa segura e eficaz quando integradas a um programa completo de acompanhamento antes e após o procedimento.
Referência em assistência hospitalar e cuidado integral, a Santa Casa de Curitiba destaca-se no atendimento multidisciplinar aos pacientes com obesidade. A instituição reúne especialistas de diversas áreas, oferecendo desde orientação preventiva até terapias clínicas e intervenções cirúrgicas de alta complexidade, sempre com foco no acolhimento, na segurança e no compromisso com a vida.
Em Curitiba, no Hospital da Santa Casa, as realizações das primeiras cirurgias bariátricas aconteceram no final de 1997 e começo de 1998 e nos últimos tempos chegou a quase 50 operações a cada mês.
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“A partir daí teve grande avanço ao longo do tempo, Foram evoluções de parte técnica, de indicações e de manejo pós-operatório também (…). Algumas técnicas que se faziam nessa época, como o método Scopinaro, por exemplo, já não se faz mais, outras técnicas, hoje em dia, são feitas, como bipartição de trânsito intestinal”, conta o cirurgião geral do aparelho digestivo e chefe do serviço de cirurgia geral da Santa Casa, doutor José Sampaio, que também realiza cirurgia bariátrica na Santa Casa.
Conheça a história da Santa Casa e de uma paciente no combate à obesidade
Neste mês de março, quando o mundo volta os olhos para o combate à obesidade, a mensagem é clara: prevenir é fundamental, mas garantir tratamento digno, científico e humanizado é igualmente indispensável. Promover saúde é investir em qualidade de vida. E é nessa missão que a Santa Casa de Curitiba reafirma sua vocação histórica de cuidar, salvar e transformar vidas.