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Dia Nacional da Disfagia tem ação na Santa Casa

DISFAGIA: Saiba o que é.
por , 22 de março de 2018

Para marcar o Dia Nacional de Atenção a Disfagia a fonoaudiologia da Santa Casa realizou nesta terça-feira (20) um treinamento sobre o assunto em diversos setores do hospital. A doença que apesar de não ser muito conhecida pelo nome, é bastante comum, sendo que a cada 10 pessoas, seis poderão ser afetadas pelo problema.

A disfagia é uma alteração na deglutição, ou seja, no ato de engolir alimentos ou saliva. Ela causa o desvio do alimento ou saliva, obstruindo parcialmente ou completamente as vias respiratórias. “ É uma dificuldade ao engolir, sensação de algo parado na garganta, tosses ou engasgos frequentes, cansaço, febre, rouquidão ou restos de comida na boca são características da disfagia”, explica a fonoaudióloga do hospital, Talitha Assis.

Segundo ela, o distúrbio pode trazer sérias consequências à saúde, sendo que os impactos podem ocorrer na saúde pulmonar, na hidratação, na nutrição e no convívio social, relacionado à alimentação. “A disfagia apresenta diversas causas, que podem ser de ordem neurológica, doenças do músculo do esôfago, obstruções físicas da faringe ou outras causas comuns. Além disso, esse desvio pode ser facilitado também pelo envelhecimento natural das estruturas envolvidas na deglutição – lábios, língua, bochechas, etc. Por isso seu aparecimento pode ser mais comum também em pacientes idosos ”, explica Talitha.

O treinamento trouxe orientações simples, mas que podem prevenir o distúrbio. “ Manter a postura adequada do paciente ao se alimentar, orientá-lo a comer sem pressa, comer os alimentos na consistência indicada também ajudam a prevenir o problema”, frisa.

Além das orientações dadas aos profissionais de assistências das unidades de atendimento e UTI’s, as profissionais da cozinha também foram orientadas quanto a distribuição de refeições adequadas para cada tipo de tratamento. “Além das orientações sobre a forma adequada de administrar a alimentação aos pacientes, é essencial reforçar a importância de manter a consistência adequada na preparação dos alimentos conforme cada tratamento. Bem como repassar essas orientações para os familiares, é um trabalho conjunto”, completa a fonoaudióloga.

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